1st page message me Textos F.A.Q Submit About Menino fofo u_u Twitter Facebook
1 2 3 4
“Às vezes não parece, mas você é adorável, garota. E se o mundo não tem dado a mínima pra você, o azar é do mundo, e não seu.”

— Gabito Nunes.

PARCERIAS


“É incrível como as pessoas insistem sempre nos mesmos erros. Eu, por exemplo, não me canso de insistir em você.”
— Dan Thurler (perigoso)

“Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter maturidade para falar “eu errei”.
É ter ousadia para dizer “me perdoe”.
É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “eu te amo”.”
Augusto Cury  (via criticasdepoeta)

“E se me perguntarem como estou, eis a resposta: Estou indo. Sem muita bagagem. Pesos desnecessários causam sempre dores desnecessárias.”
— Caio Fernando Abreu  (via se-eu-pudesse)


carrossel-florido:

“Sou uma profundeza de confusões, e quem se atrever pular em minhas águas, pode ligar para emergência, que o afogamento é certo. O naufrágio será grande, em águas sujas de sentimentos indelicados, pois, não há quem saiba nadar, não há quem saiba lidar com as minhas ondas, não há quem aguente ficar em meu mar por muito tempo. Às vezes, nem eu mesma aguento e acabo expulsando peixes. Peixes que são mais conhecidos como pedaços de mim, os inúmeros pedaços que perdi por aí, em cada canto imprestável desse oceano profundo. Sou complicada, mas ao mesmo tempo, sou fácil de entender e traduzir. Sou de lua muitas vezes, em alguns momentos quero coisas simples, e depois de dois segundos quero coisas difíceis. Não sou o tipo de menina que curte menino grude, não costumo ser muito grude, mas às vezes que me transformo em um, acabo exagerando além da conta. Exagero demais. Amo demais. Faço tudo o que tenho que fazer, com direito a mais de duas e dez vezes, tudo em doze dupla, tripla ou até mesmo mais. Não sei usar meios termos, não sei dizer o quase. Não consigo lidar com um mais ou menos e não aceito um tanto faz… É o tudo ou o nada, o nada ou o tudo. Talvez por isso, minhas águas sejam tão cheias de turbulência. Talvez por isso, as ondas vêm com muita frenquência e sempre pedindo mais, sempre altas e fortes, capazes de me jogar no chão, deixar qualquer um rolar pela areia seca e branca de minha praia. É como entrar em um mar calmo e achar que indo até o fundo não irá se afogar. É como ficar no raso em um dia de ondas gigantes e se distrair, cair de corpo e cara, machucando em momentos, em outros não. Há quem queira se arriscar, há quem queira pular. Há quem pula fundo e permanece lá dentro, preso em meus momentos, em minhas vidas… Há aquele que se joga achando ser fácil, pensando que seja prático. Há aqueles que ficam dias perdidos e não pensam na esperança de fugir, cair fora… e acabam se perdendo, mais e mais, mas, principalmente, há pessoas achando que conhecem minhas águas e caíndo em correntezas, acabando afogadas. Superfluamente, posso ser um azul límpido, posso parecer límpida o suficiente para ver os detalhes com muita exatidão, com muita precisão, sem ao menos fazer tanto esforço. Posso parecer fácil de sobreviver a mais um ataque animal, mais um ataque ao meu animal, ao meu eu… Posso também parecer completamente limpa, sem pedaços partidos, sem dores, sem desamores, sem soluções… Posso parecer perfeita, mas não se engane, ao emergir, você poderá se deparar com mais coisas do que imaginava, com mais pedaços insensatos de um eu que já teve experiências boas… Mas também ruins. Pode se deparar com mais um pedaço qualquer, um que seja grande e que esteja procurando por vingança… Afinal, é isso que faz um tubarão que não se alimenta à dias e dias, é isso que faz um tubarão depois de ser completamente perturbado… Ele ataca.” Maria Luiza e Gabriela, (en-fraquecidos)


“Sorriram um para o outro. E tudo estava certo outra vez, e tudo tinha um gosto bom.”
— Caio Fernando Abreu  (via sociedadedospoetasmortos)

“Eu não sei, mas acho que a gente olha e pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.”
Caio Fernando Abreu   (via segredosdeumpoeta)


“Planejamos tanto o futuro, que ele chega e a gente nem percebe.”

“Cometa bobagens. Não pense demais porque o pensamento já mudou assim que se pensou. O que acontece normalmente, encaixado, sem arestas, não é lembrado. Ninguém lembra do que foi normal. Lembramos do porre, do fora, do desaforo, dos enganos, das cenas patéticas em que nos declaramos em público. Cometa bobagens. Dispute uma corrida com o silêncio. Não há anjo a salvar os ouvidos, não há semideus a cerrar a boca para que o seu futuro do passado não seja ressentimento. Demita o guarda-chuva, desafie a timidez, converse mais do que o permitido, coma melancia e vá tomar banho de rio. Mexa as chaves no bolso para despertar uma porta. Cometa bobagens. Não compre manual para criar os filhos, para prender o gozo, para despistar os fantasmas. Não existe manual que ensine a cometer bobagens. Não seja sério; a seriedade é duvidosa; seja alegre; a alegria é interrogativa. Quem ri não devolve o ar que respira. Não atravesse o corpo na faixa de segurança. Grite para o vizinho que você não suporta mais não ser incomodado. Use roupas com alguma lembrança. Use a memória das roupas mais do que as próprias roupas. Desista da agenda, dos papéis amarelos, de qualquer informação que não seja um bilhete de trem. Procure falar o que não vem à cabeça. Cantarolar uma música ainda sem letra. Deixe varrerem seus pés, case sem namorar, namore sem casar. Seja imprudente porque, quando se anda em linha reta, não há histórias para contar. Leve uma árvore para passear. Chore nos filmes babacas, durma nos filmes sérios. Não espere as segundas intenções para chegar às primeiras. Não diga “eu sei, eu sei”, quando nem ouviu direito. Almoce sozinho para sentir saudades do que não foi servido em sua vida. Ligue sem motivo para o amigo, leia o livro sem procurar coerência, ame sem pedir contrato, esqueça de ser o que os outros esperam para ser os outros em você. Transforme o sapato em um barco, ponha-o na água com a sua foto dentro. Não arrume a casa na segunda-feira. Não sofra com o fim do domingo. Alterne a respiração com um beijo. Volte tarde. Dispense o casaco para se gripar. Solte palavrão para valorizar depois cada palavra de afeto. Complique o que é muito simples. Conte uma piada sem rir antes. Não chore para chantagear. Cometa bobagens. Ninguém lembra do que foi normal. Que as suas lembranças não sejam o que ficou por dizer. É preferível a coragem da mentira à covardia da verdade.”
Carpinejar.   (via segredosdeumpoeta)